Longevidade
A Medicina regenerativa e anti-ageing cresce a um ritmo nem sempre fácil de acompanhar. À medida que a nossa esperança média de vida continua a aumentar, fruto dos avanços nos cuidados de saúde e do aumento do conhecimento sobre as intervenções no estilo de vida, assistimos à transformação de paradigmas, com um foco cada vez mais marcado na longevidade e no smart-ageing, ao invés do anti-ageing. Hoje, mais do que procurar um acréscimo de anos vividos, queremos mais anos vividos com boa saúde. Assistimos por isso à transformação dos tradicionais marcos da velhice, a doença e a fragilidade, com o objetivo de atingir a construção de corpos mais robustos e mais capazes de assegurar a autonomia física e mental, em prol de uma vitalidade contínua.
Atualmente, a esfera da ciência do envelhecimento e da longevidade explora as causas e os mecanismos do envelhecimento biológico, os fundamentos metabólicos das doenças relacionadas com a idade, incluindo a as várias demências, a doença metabólica e a doença cardiovascular, e os avanços da ciência e da tecnologia, que esperam retardar os processos de envelhecimento e aumentar, ainda mais, a esperança média de vida.
Nunca se falou tanto, como hoje, na biologia do envelhecimento, em estratégias “antienvelhecimento”, e nos fatores que mais contribuem para um envelhecimento saudável. O conhecimento obtido com a investigação sobre o envelhecimento é cada vez maior, sendo fundamental a partilha ativa, por forma a contribuir para que a informação chegue a um maior número de pessoas possível.